Dr. Gabriel Ferreira — Oftalmologista
Close de um olho humano — transplante de córnea em Joinville
Oftalmologia Avançada • Joinville, SC

Transplante de Córnea
com especialista nas melhores técnicas

Dr. Gabriel Ferreira, oftalmologista especialista em córnea
Dr. Gabriel FerreiraEspecialista em Córnea, Catarata e Cirurgia Refrativa · CRM-SC 25614 | RQE 16624

DALK e DMEK são as técnicas mais modernas de transplante, trocando apenas a camada doente da córnea: menos risco de rejeição, cirurgia mais segura e transplante com potencial de durar a vida inteira.

5,0 no Google· 199 avaliaçõesHospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem
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  • Nº 1 em SC

    Hospital com o maior número de transplantes de córnea de Santa Catarina nos últimos 5 anos

  • Quase 200

    transplantes de córnea realizados no hospital em 2025

  • 70 em 2025

    transplantes de córnea realizados pelo Dr. Gabriel Ferreira

Você se identifica com alguma dessas situações?

Doenças diferentes da córnea exigem transplantes diferentes.

Visão mais embaçada ao acordar

Que melhora um pouco ao longo do dia.

Halos e brilho nas luzes à noite

Dificuldade para dirigir no escuro.

Crises de dor e sensação de areia

Causadas por bolhas na superfície da córnea.

Mancha ou cicatriz na córnea

Após infecção, herpes ou trauma.

Ceratocone avançado

Quando lentes e outras cirurgias já não oferecem boa visão.

Transplante antigo perdendo a transparência

O enxerto anterior voltou a embaçar.

Entenda por que o transplante moderno é diferente

A córnea é a lente transparente na frente do olho e é formada por camadas. Na maioria das doenças, apenas uma parte dela está doente. Nos transplantes lamelares, trocamos somente essa parte e preservamos o restante da córnea do próprio paciente.

Parte da frente — estromaCamada interna — endotélio ↑DALKDMEK
DALK troca a parte da frente DMEK troca só a camada interna

Transplante penetrante (técnica antiga): troca todas as camadas

Transplantes lamelares (DALK e DMEK): trocam só a camada doente

As duas técnicas modernas

Cada técnica troca uma camada diferente da córnea.

DALK — Transplante Lamelar Anterior

Padrão-ouro para a parte da frente da córnea

Trocamos cerca de 95% da espessura da córnea — toda a parte da frente — e mantemos a camada interna (endotélio) do próprio paciente. Como o endotélio é o principal alvo da rejeição, o risco cai drasticamente.

Indicações

Ceratocone avançado · Cicatrizes por infecção, herpes ou trauma · Distrofias da parte anterior da córnea (como a distrofia granular)

  • Rejeição muito baixa, em torno de 1%
  • Potencial de durar a vida inteira
  • Anestesia local com sedação
  • Cerca de 2 horas de cirurgia
  • Sem internação
  • Aproximadamente 16 pontos, mais finos que um fio de cabelo, retirados aos poucos entre o 4º e o 18º mês
  • Retorno às atividades em cerca de 7 a 14 dias
  • A visão melhora gradualmente, com boa visão por volta de 1 ano a 1 ano e meio
  • Grau residual após a retirada dos pontos, corrigível com óculos, lentes ou cirurgia a laser

Uma técnica delicada, que poucos cirurgiões dominam e que é realizada em centros de referência.

Olho após transplante de córnea lamelar anterior (DALK)
Córnea transplantada pela técnica DALK, ainda com os pontos.

DMEK — Transplante Endotelial

Padrão-ouro para a camada interna da córnea

O endotélio é uma única camada de células que mantém a córnea fina e transparente, bombeando para fora o excesso de água. Ele não se regenera. Quando adoece, a córnea incha, embaça e pode doer. No DMEK trocamos apenas essa camada — um enxerto de cerca de 10 micrômetros, um sexto da espessura de um fio de cabelo.

Indicações

Distrofia de Fuchs · Edema de córnea após cirurgias oculares (ceratopatia bolhosa) · Falência de transplante penetrante anterior

  • Sem pontos — o enxerto é fixado com uma bolha de ar
  • Rejeição muito baixa, em torno de 1%
  • Anestesia local com sedação
  • Cerca de 1 hora de cirurgia
  • Sem internação
  • Recuperação visual em semanas a poucos meses
  • Pode ser feito junto com a cirurgia de catarata
Olho após transplante de córnea endotelial (DMEK)
Transplante endotelial (DMEK): sem pontos, fixado com uma bolha de ar.

Penetrante x DALK x DMEK: o que muda para você

Quando o penetrante ainda é necessário

Em algumas situações ele continua sendo a melhor opção, como em perfurações da córnea ou cicatrizes que atingem todas as camadas. Somente a avaliação define a técnica certa para o seu caso.

Catarata e Fuchs ao mesmo tempo?

Muitos pacientes com distrofia de Fuchs também têm catarata. Quando há indicação, as duas cirurgias podem ser feitas no mesmo procedimento, com uma única recuperação.

Como é a cirurgia

Do primeiro contato à recuperação, passo a passo.

  1. 1

    Avaliação completa

    Exames da córnea definem a técnica ideal para o seu caso.

  2. 2

    Anestesia sem dor

    Anestesia ao redor do olho e sedação acompanhadas por um anestesista. A maioria dos pacientes não se lembra da cirurgia.

  3. 3

    Cirurgia sem internação

    Cerca de 1 hora no DMEK e 2 horas no DALK. Você volta para casa no mesmo dia.

  4. 4

    Curativo até o dia seguinte

    O olho fica protegido e o curativo é retirado no primeiro retorno.

  5. 5

    Retornos programados

    O primeiro é no dia seguinte; os demais seguem a evolução.

  6. 6

    Recuperação gradual

    É normal a visão ficar embaçada nas primeiras semanas.

No DMEK, os primeiros 2 dias são decisivos

Uma bolha de ar é colocada dentro do olho para fixar o enxerto. Nas primeiras 48 horas é preciso ficar deitado de barriga para cima, olhando para o teto, a maior parte do dia — levantando apenas para comer e ir ao banheiro. O ar é absorvido sozinho em poucos dias. Em parte dos casos, cerca de 1 em cada 6, é necessária uma nova aplicação de ar, feita no consultório, e o enxerto costuma aderir na segunda tentativa.

Como funciona a fila do transplante

Toda córnea transplantada vem de um doador. Entender o processo ajuda você a se planejar.

  1. 1

    Avaliação e indicação

    Após a consulta e os exames, confirmamos a técnica indicada para o seu caso.

  2. 2

    Inscrição na fila estadual

    A própria equipe faz a sua inscrição na lista de espera da Central Estadual de Transplantes de Santa Catarina. A fila é única no estado e respeita critérios técnicos, com prioridade para casos de urgência, como perfurações da córnea.

  3. 3

    Espera pela doação

    Não é possível prever a data exata, porque depende das doações. Hoje, a espera média fica entre 3 e 6 meses, conforme o tipo de transplante.

  4. 4

    Chamada para a cirurgia

    Quando surge uma córnea compatível, entramos em contato. A córnea tem prazo curto para ser usada, por isso a cirurgia costuma acontecer poucos dias após a chamada.

Por que a espera muda de um hospital para outro?

A fila é estadual, mas a velocidade com que ela anda depende do volume de transplantes de cada hospital: quanto mais cirurgias o hospital realiza, mais rápido os pacientes inscritos por ele são chamados. O Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem é o hospital com o maior número de transplantes de córnea de Santa Catarina nos últimos 5 anos.

Enquanto aguarda

  • Mantenha seu telefone e WhatsApp sempre atualizados com a nossa equipe.
  • Se você mora em outra cidade, tenha um plano para chegar a Joinville em poucos dias.
  • Continue o acompanhamento e o tratamento indicados até o dia da cirurgia.
  • Toda córnea passa por testes e pela avaliação de um banco de olhos antes de ser liberada.

Enxergar de novo começa com a avaliação certa

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Dr. Gabriel Ferreira

CRM-SC 25614 | RQE 16624

Dr. Gabriel Ferreira, especialista em transplante de córnea, em Joinville

Especialista em Córnea, Catarata e Cirurgia Refrativa, o Dr. Gabriel Ferreira tem os transplantes lamelares de córnea como uma das suas principais linhas de atuação, tratando desde o ceratocone avançado até as doenças do endotélio.

  • Médico Oftalmologista pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), Botucatu-SP
  • Mestre em Oftalmologia pela UNESP
  • Especialista em Córnea, Catarata e Cirurgia Refrativa pelo Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem (HOSAG), Joinville-SC
  • Preceptor da Especialização em Córnea e Cirurgia Refrativa do HOSAG
  • Professor Convidado de Oftalmologia da Universidade de Joinville (UNIVILLE)
  • Instrutor em congressos brasileiros na área de transplante lamelar anterior (DALK)
  • Autor de artigos científicos e capítulos de livros
CRM-SC 25614 | RQE 16624Córnea e Transplantes — linha de atuaçãoUNESP — Especialização e Mestrado70 transplantes de córnea em 2025
Fachada do Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem, em Joinville/SC

Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem

As cirurgias são realizadas no Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem, em Joinville/SC, centro de referência que recebe anualmente milhares de pacientes do Brasil e do exterior, com estrutura completa para transplantes de córnea de alta complexidade. É o hospital com o maior número de transplantes de córnea de Santa Catarina nos últimos 5 anos — foram quase 200 transplantes só em 2025.

O que dizem os pacientes

5,0199 avaliações
"Fiz o transplante dos dois olhos, recuperação rápida e sem dor. Hoje só tenho a agradecer à família do doador e ao Dr. Gabriel."
Wilhelmine P. — Transplante de Córnea

Você mora em outra cidade ou estado?

Recebemos pacientes de todo o Brasil e organizamos o tratamento considerando a sua distância.

1

Fale pelo WhatsApp

Conte seu caso e envie os exames que já tiver.

2

Exames e consulta no mesmo dia

Exames e consulta no mesmo dia sempre que possível.

3

Planeje a primeira semana

Os primeiros retornos acontecem nos dias seguintes à cirurgia, então recomendamos permanecer perto de Joinville nesse período. Depois, os retornos ficam mais espaçados. Como a chamada para a cirurgia acontece com poucos dias de antecedência, é importante ter esse deslocamento planejado.

Dúvidas frequentes

Voltar a enxergar com nitidez é possível.

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